29 novembro 2006 

O Natal Confuso


Desde pequeno, acredito em Papai Noel. Nesse último Natal, estava eu escrevendo a minha carta para o querido velhinho do Pólo Norte, afim de que ganhasse o presente dos meus sonhos. Depois de longos sete dias, acabei minha carta. Aqui está um trecho da minha carta:

“ Querido Papai Noel, neste Natal estou meio indeciso sobre o que quero ganhar. Quero um carrinho de controle remoto não um Playstation novo de jeito nenhum um aviãozinho nem pensar quero um boneco do Dragon Ball Z ... “


Após terminar a carta, entreguei-a para meu pai, e disse:
- Pai! Por favor, mande essa carta para o Pólo Norte por mim.
- Para Quem ? – Pergunta o Pai.
- Para o Papai Noel. – Responde o filho.
- Tudo bem, vou ao correio agora.
No Dia 25 de Dezembro, exatamente às 2h da manhã, eu e toda a minha família começamos a abrir os presentes.
Quando fui abrir o presente que o Papai Noel me deu, tive uma grande surpresa, ganhei o presente errado. Reclamei muito e disse:
- Poxa, Papai Noel errou meu presente !
- Como assim ? – Pergunta a mãe.
- Eu pedi uma coisa e ele me deu outra. – Responde.
- Mas meu filho, sua carta dizia que... – Diz o Pai.
- Você leu minha carta ? – interrompe o filho.
...
Depois daquele 25 de Dezembro, descobri que o Papai Noel de cada criança são seus Pais. Aprendi 2 coisas: O velhinho do Pólo Norte não existe e que devo aprender a pontuar de maneira correta.


Qual seria o presente desejado pelo menino?

Vinícius e Alan - 7a. série B
Professora Elaine - Língua Portuguesa

 

O Mistério dos óculos escuros

Era uma noite fria e sombria, eu estava sozinho em casa quando ouvi um disparo, como poderia naquela cidade pacata um tiro de revólver? Corri para a janela, porém era tarde demais e só vi uma sombra. Resolvi sair e investigar, chegando perto, pude avistar um corpo que eu facilmente identifiquei:

- Oh não! Assassinaram o prefeito.

Perto do corpo, um belo par de óculos escuros com um bilhete anexado que dizia:
Querem desvendar o mistério?
Amanhã na praça serei o de azul não o de amarelo jamais o de rosa.

Convoquei a policial Margarida e o delegado Jardel para me ajudarem, mostrei a eles o bilhete que tinha achado, fiz uma cópia para cada um e fomos à praça. Chegando lá decidimos nos separar, e em menos de uma hora de nossa chegada houve uma tremenda confusão, a praça estava lotada de pessoas vestidas de todas as cores.

A policial Margarida arrastou o senhor vestido de amarelo até a delegacia e disse:

-Pessoal! Eu achei o culpado pelo assassinato do século, não acham que eu mereço um prêmio?

- Mas eu não fiz nada! - disse o senhor

Porém sua surpresa foi grande quando se deparou com o delegado Jardel segurando uma moça de rosa.

- Esta é a verdadeira culpada.

- Eu sou inocente! – gritava a moça

Eu olhava toda aquela confusão assustado, pois sabia quem era o verdadeiro culpado:

- Este é o assassino, não vêem suas roupas azuis? – disse

O delegado gargalhando disse:

- Pela falta de pontuação, nós nunca descobriremos o verdadeiro culpado.

E assim foi, o “Mistério dos Óculos Escuros” nunca foi desvendado.


Agora, descubra como cada um pontuou.


Júlia e Lívia - 7a. série B
Professora Elaine - Língua Portuguesa

27 novembro 2006 

Ponto final a um império !?!

Sou diretor de uma grande fábrica, conhecida na cidade pela sua rigorosidade, onde ocorreu uma situação no mínimo constrangedora.

Vários funcionários nos enviaram um documento com uma série de reivindicações. Nós, da alta cúpula, nos reunimos e encarregamos uma secretária de redigir a resposta, que seria lida pelo herdeiro da empresa, que seria empossado na outra semana.

Na noite da posse, chamei os trabalhadores e disse:

- Hoje será empossado o novo presidente desta empresa, filho do nosso falecido fundador.
O silêncio que pairou no ar depois de desanimados aplausos foi quebrado apenas quando um funcionário me perguntou:

- E os nossos pedidos, foram atendidos?

Respondi:

- Nosso novo presidente resolverá a questão com vocês, logo que finalizar seu discurso de posse.
O homenageado da noite subiu ao palco aproximadamente quinze minutos depois desse diálogo. Fez um belo discurso, mas os empregados mais novos nem prestavam atenção ao que aquele rapaz falava. Estavam aguardando, impacientes, a resposta de suas exigências. Percebendo isso, o novo presidente acabou o seu agradecimento e pegou o papel que continha tais informações. Foi aí que se deparou com um problema. O texto não continha pontuação. Estava assim:

recebemos o pedido de aumento e temos uma resposta não vamos negar o seu pedido não aumentaremos a carga horária nunca serão promovidos férias de 15 dias jamais haverá festas de aniversário para os diretores haverá descanso a cada hora de trabalho pagamentos atrasados não haverá 13º

O novo membro da empresa começou a ler o discurso e, achando que anunciava boas novas aos trabalhadores, leu o texto assim:


Recebemos o pedido de aumento e temos uma resposta: não vamos negar o seu pedido , não . Aumentaremos a carga horária nunca! Serão promovidos
. Férias de 15 dias? Jamais ! Haverá festas de aniversário para os diretores . Haverá descanso a cada hora de trabalho . Pagamentos atrasados , não . Haverá 13º!


Pulei de minha cadeira e tive que ser contido pelos outros diretores, que chamaram o rapaz para uma rápida conversa. Explicaram-no desse modo:

- Temos normas muito rigorosas – disse um dos diretores.

- Não podemos atender tudo o que nos pedem – falou outro, mais direto.
- Mas eu não conhecia o regime da empresa, pois morava no exterior e não tinha contato com os negócios – tentou justificar-se o rapaz.
- Por isso preparamos o texto para o senhor – argumentei.

- Mas não havia pontuação. Como saberia que não atenderiam nenhum dos pedidos? – ele revidou, mostrando-me o bilhete.

Ao ver que não havia como o nosso novo chefe se orientar, desci correndo e entrei no escritório atrás da secretária. Tentei ter uma conversa civilizada, mas como ela me respondia agressivamente, tive que demiti-la.
E pensar que a pontuação quase destruiu nosso império. Mas...

Como deveríamos pontuar o discurso, de modo que recusássemos todas as reivindicações?

Arthur Emanuel Leal Abreu – 7ª A
Professora Elaine - Língua Portuguesa

24 novembro 2006 

Pontuação

Leia o texto abaixo e veja qual seria a pontuação adequada no bilhete citado.


Uma lição para a vida

Esses dias minha mãe escreveu um bilhete pra mim o qual me deixou muito confusa. O bilhete era o seguinte:

“Não esqueça nunca ligue para seu tio que está muito doente.”

Naquele momento não entendi bem a situação, pois poderia ter dois sentidos completamente contrários dependendo de como fosse pontuado.
Então, decidi não ligar, e pensei: “que diferença faz se eu ligasse ou não para tio Zé, ele nunca gostou de telefone mesmo”.
Minha mãe chegou em casa super cansada do trabalho, até entendo, era 11 horas da noite. Logo foi ao meu quarto, me acordou e disse:
- Filha, você ligou para seu tio?
- Não, mãe...
- Mas eu deixei um bilhete para você! Você não leu?
- Eu li, mas não consegui entender direito, pois ele não estava pontuado e poderia ter dois sentidos...
- Acontece que, hoje à tarde, me ligaram do hospital e disseram que ele tinha falecido, porque a falta do remédio causa parada cardíaca e ele tinha que tomar esse remédio uma vez ao dia. E o meu combinado com ele era que quando você ligasse, ele tomaria o remédio.
Fiquei sem palavras, fui para a cama dormir, mas não consegui, pois estava com maior peso na consciência, afinal, de certa forma eu que matei meu tio.
Depois deste trauma fiquei cinco meses em uma clínica de recuperação psicológica, voltei para casa. E recebi a notícia de que meus pais tinham se separado.
Ou seja, às vezes a pontuação pode fazer toda a diferença na vida de uma pessoa: pode ser o ponto final ou pode ser reticências, e assim eu e minha família pudemos aprender com esses fatos.

Bianca e Nathália Faneli - 7a. série A
Professora Elaine - Língua Portuguesa

22 novembro 2006 

Canal da Costa

As alunas Camila e Nathália da 7a. série C fizeram uma apresentação sobre o Canal da Costa onde destaram os aspectos geográficos.

Clique na imagem e veja a apresentação:

20 novembro 2006 

Água Poluída - Projeto Genesis

Durante expedição científica os alunos das 7a. séries encontraram outro problema ambiental na cidade de Vila Velha. Clique na figura abaixo e veja a apresentação feita por Larissa e Geovana da 7a. série C sobre a água.


Professora Elaine - Língua Portuguesa

13 novembro 2006 

Projeto Genesis - Valão de Vila Velha

Mais uma etapa do projeto Genesis foi cumprida, os alunos juntamente com os professores foram verificar de perto os problemas ambientais da nossa cidade.

Clique na imagem e veja a apresentação feita por Breno, Lívia, Maria Fernanda e João Vitor da 7a. série A que retrata um dos problemas ambientais:


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